A universidade e tudo que ela representa se constitui de uma porção de pequenas coisas que, como tudo na vida, são únicas. Acredito que esperei ansiosamente para viver cada uma delas e, hoje, com uma sensação de missão cumprida, estou terminando o último ano da graduação em Relações Internacionais da FFC tendo a certeza de que um dos elementos mais valiosos entre tudo que vivi em Marília foi minha participação no GEO.
No grupo, pude trabalhar com bons amigos e compreender a importância e o significado das atividades realizadas em conjunto. Aqui tive a honra de ser Coordenador Administrativo-Financeiro e Coordenador Geral, mas, o valor dos cargos não omite o da convivência e o das oportunidades que me foram apresentadas.
Ainda neste primeiro ano, assustado, tive a ajuda de amigos mais experientes que me ensinaram como debater e raciocinar rápido para lidar com múltiplas tarefas e o incessante cotidiano da simulação. Participei do FDU com outro ingressante e dois veteranos e, como recompensa, recebemos o título de melhor delegação daquele ano.
Na figura do Fórum de Discussão Universitária, FDU, tive meu primeiro contato com tudo que representa a prática de simulação e não demorei muito para notar que não queria estar longe daquele tipo de dinâmica nunca mais! Segui como delegado, propositor de temas e presidente de mesa moderadora, além de membro do GEO durante os anos.
Hoje me perguntam se não estou cansado para participar de mais uma semana de discussões depois de tantas. Respondo que é com a mesma euforia do meu primeiro FDU que participo da sétima edição. Meu desejo é fazer com que o calouro que participará comigo nesta edição, herde o mesmo carinho que aprendi a desenvolver pelo GEO e tudo que o grupo faz.
Relato concedido por Renato Henrique Valenzola, graduando de Relações Internacionais da Faculdade de Filosofia e Ciências - UNESP, Marília.
